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100 anos de ciclismo
na Itália
Na Itália, as corridas de
bicicletas existem antes mesmo que as corridas de automóveis.
Para celebrar os 100 anos da introdução do ciclismo
desportivo na Itália foi montada a exposição
"100 Anni Di Corsa", que foi exibida entre os dias 21
e 31 de março, no Palasport, na cidade de Monza, na Itália.
Cerca de 100 bicicletas foram expostas, juntamente com uniformes,
memorabilia, fotos e outros objetos relacionados ao ciclismo.
Veja alguns dos modelos mostrados:
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Bianchi 1899
Foi a bike
usada pelo italiano Tomaselli para vencer a prova de velódromo
GP Ville de Paris, na França, em 1899.
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Gloria
Esta bike de
1923 tinha marchas, mas não tinha trocador no guidão.
Em 1923 o italiano Libero Ferrario foi campeão mundial
amador em Zurique, na Suíça, com esta bike.
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Vittoria Margherita
Esta bike de
1932 tinha marchas e a troca era feita por meio de uma alavanca
próxima ao pedivela. Alfredo Binda pedalou esta bike
em um Giro D'Italia, em 1941. Binda ainda é o recordista
mundial em número de vezes que venceu o Giro: cinco
vezes.
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Legnano
Em 1942 o italiano
Fausto Coppi bateu o recorde mundial da hora com esta bike
ao marcar 45.848 km/h no velódromo Vigorelli, de Milão.
O recorde durou 14 anos, até ser batido pelo francês
Jacques Anquetil, em 1956, com 46.159 km/h.
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Bianchi 10
Fausto Coppi
disputou a Milão-São Remo em 1955 com esta bike.
A cor é o tradicional azul-celeste da Bianchi. Note
que o câmbio traseiro Campagnolo de 10 marchas já
é da maneira que o conhecemos nos dias de hoje com
duas coroas e muitas peças em alumínio.
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Moser
O italiano Francesco
Moser pedalou uma bike como essa para quebrar duas vezes o recorde
de hora. No dia 14 de janeiro de 1984 Moser quebrou o recorde de
Eddy Mercks e marcou incríveis 50.808 km/h.
Treze dias mais tarde, o atleta voltou
ao velódromo e quebrou seu próprio recorde ao marcar
o tempo de 51.151 km/h. Foi a primeira vez que uma bike com desenho
pouco convencional foi usada na quebra do recorde de hora.
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