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AS BIKES DO TOUR
A Giant TCR Advanced de Jan Ullrich
O
alemão da equipe T-Mobile, que já venceu o Tour em
1997, terminou em terceiro na geral na última edição
da prova.
O quadro da Advanced é todo
feito em fibra de carbono, feito em uma peça só, com
o menor número de junções possível.
Um quadro tamanho pequeno pesa apenas
865 gramas segundo dados do fabricante. O garfo reto, também
em carbono, pesa somente 295 gramas.
O grupo é todo Shimano Dura-Ace,
com o pedivela no tamanho 177,5 mm. As rodas são de carbono,
mas a T-Mobile não revela onde foram feitas.
A Ridley Damocles de Cadel Evans
O
australiano Cadel Evans, que já fez muito sucesso no mountain
bike e defende as cores da equipe belga da Davitamon-Lotto, participou
da Volta da França com uma bike da marca belga Ridley e terminou
na oitava colocação da classificação
geral, a 11min55s de Armstrong.
A Ridley começou em 1990,
em Tessenderlo, e iniciou a produção de bicicletas
em 1997. O modelo Damocles é produzido desde 2003.
A bike de Evans é feita de
fibra de carbono e está equipada com rodas Campagnolo Hyperon,
que pesam 1.2 kg o par, com pneus tubulares. O garfo curvo é
de carbono. Os cubos e o guidão (FSA) também são
do mesmo material. A bike completa pesa 7.2 kg.
Saiba mais no site oficial do fabricante
www.ridley-bikes.com
A Colnago Extreme-C Special Pois
de Michael Rasmussen
O
dinamarquês Michael Rasmussen terminou como campeão
de montanha na Volta da França. Até o penúltimo
dia de competições ele ocupava a terceira colocação
na geral, mas perdeu quatro posições no desastrado
contra-relógio individual e terminou em sétimo na
geral, a 11min33s do campeão.
Rasmussen pedalou um modelo Extreme-C,
especialmente desenvolvido por Ernesto Colnago para o escalador
oficial da equipe holandesa da Rabobank.
A bike do dinamarquês se destaca
pela exclusiva pintura no estilo "polka dot", a famosa
camisa branca com bolinhas vermelhas usada pelo líder na
classificação de montanhas durante o Tour. Além
da pintura decorativa, o quadro é em fibra de carbono, mais
leve que o do ano passado (pesa menos que 1kg), do mesmo tipo usado
nos carros da Ferrari de F-1. Os stays traseiros estão mais
leves e com um novo formato, curvo e em forma de flauta. O guidão
é um Cinelli, do tipo integrado, também decorado no
padrão "polka dot".
Alguns exemplares dessa bike serão
colocados à venda no final do ano.
A Specialized S-Works
Roubaix de Peter Wrolich
O
austríaco Peter Wrolich, da equipe alemã Gerolsteiner,
terminou o Tour na 146ª colocação, a quase 4
horas de Armstrong.
A equipe toda utiliza bicicletas
da marca norte-americana Specialized, em especial os modelos Roubaix,
Tarmac e Tarmac SL.
O modelo Roubaix tem uma geometria
pouco usual, em que o biker fica em uma posição de
pedalada mais vertical que o normal.
O quadro, feito em fibra de carbono,
tem pequenas inserções de elastômetros com o
objetivo de diminuir as vibrações do piso.
A Gerolsteiner utiliza uma combinação
de componentes Shimano e Ritchey. O grupo é o Dura-Ace de
20 velocidades. O ciclocomputador é do tipo Flight Deck,
que mostra, entre outras funções, a combinação
de marcha que se está utilizando no momento. As rodas são
Shimano Dura-Ace, em carbono, com pneus tubulares alemães
da marca Schwalbe.
Da Ritchey são a mesa, o guidão
e o canote de selim.
Mais informações no
site www.specialized.com
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